Café: Arábica e conilon começam semana com ajustes técnicos

O mercado futuro do café arábica abriu o primeiro pregão da semana com ajustes técnicos nas principais referências na Bolsa de Nova York (ICE Future US). No Brasil, analistas seguem afirmando que a tendência é de preços firmes para o café, principalmente com a redução da oferta brasileira, o mercado físico acompanhou e encerrou a semana com estabilidade nas principais praças produtoras do país. 

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 2,37% em Poços de Caldas/MG, valendo R$ 1.030,00, Araguarí/MG teve alta de 0,48%, valendo R$ 1.050,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 1.062,00, Patrocínio/MG por R$ 1.090,00, Varginha/MG por R$ 1.082,00 e Franca/SP por R$ 1.060,00.

O tipo cereja descascada teve queda de 2,37% em Poços de Caldas/MG, valendo R$ 1.030,00, Araguarí/MG teve alta de 0,48%, cotado a R$ 1.050,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 1.062,00, Patrocínio/MG manteve por R$ 1.090,00, Varginha/MG por R$ 1.082,00 e Franca/SP por R$ 1.060,00.

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/cafe


Seca excessiva e preocupações com condição do solo voltam a dar suporte e café encerra com 1,90% de alta

O mercado futuro do café arábica encerrou o primeiro pregão da semana com valorização de 1,90%, o que representa mais de 300 pontos, para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). “A preocupação de que as condições de seca persistam no Brasil empurraram os preços do café para cima.

Na Bolsa de Londres, o café conilon também teve um dia de valorização. Setembro/21 teve alta de US$ 42 por tonelada, valendo US$ 1785, novembro/21 registrou alta de US$ 43 por tonelada, cotado a US$ 1797, janeiro/22 registrou alta de US$ 38 por tonelada, valendo US$ 1794 e maio/22 teve alta de US$ 34 por tonelada, valendo US$ 1794.

Mais uma vez, os preços foram impulsionados pelas condições do tempo no Brasil. A safra 22 já começa prejudicada, consequência da seca prolongada observada no parque cafeeiro desde o ano passado. “A Somar diz que os níveis de umidade do solo podem cair ainda mais em relação aos níveis já críticos, pois a disponibilidade de água no solo em Minas Gerais está abaixo de 10% quando o nível mínimo para o desenvolvimento da cultura é de 60%”, acrescenta. 

O período de floração importantíssimo para os cafeeiros brasileiros começa no mês que vem, e a falta de chuva pode reduzir a floração dos cafeeiros e reduzir ainda mais a produção do café.

No Brasil, o mercado físico também teve um dia de valorização nas principais praças de comercialização do país. 

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 3,01% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.027,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,45%, valendo R$ 1.050,00, Araguarí/MG teve alta de 1,97%, cotado a R$ 1.035,00, Campos Gerais/MG teve alta de 2,98%, valendo R$ 1.036,00 e Franca/SP teve alta de 3,96%, valendo R$ 1.050,00.

O tipo cereja descascado teve alta de 2,86% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.080,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,30%, valendo R$ 1.170,00. Patrocínio/MG manteve a estabilidade por R$ 1.060,00, Patrocínio/MG manteve por R$ 1.060,00 e Campos Gerais/MG registrou alta de 2,81%, valendo R$ 1.096,00.

Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/cafe/

Amantes do café podem enfrentar preços mais altos após geadas, diz JDE Peet’s

AMSTERDÃ (Reuters) – A JDE Peet’s, uma das maiores empresas de café do mundo, reportou nesta quarta-feira um lucro operacional acima do esperado no primeiro semestre e afirmou que deve cumprir suas metas para o ano completo, mesmo com o aumento nos preços do café verde após a geada que afetou a safra brasileira no mês passado.

O CEO da companhia, Fabien Simon, disse que os preços do café verde já haviam avançado cerca de 20% em 2020, e que a empresa também tem enfrentado aumentos em transportes e outros custos neste ano –mas que espera poder repassar essas altas aos consumidores.

“Apesar dessas inflações, apesar da inflação incremental que vem ocorrendo no lado não-cafeeiro, estamos muito confiantes de que entregaremos nossas metas”, afirmou o executivo em uma teleconferência.

Ele disse que a extensão dos possíveis aumentos é uma informação competitiva, mas que a empresa está conversando com varejistas sobre como eles poderão ser realizados.

“O café é uma categoria bastante única no setor de alimentos e bebidas, na qual os ventos favoráveis e contrários do café verde são repassados, e esperamos que desta vez isso ocorra novamente”, disse Simon.

“Sentimos que temos um poder de precificação muito bom em nosso portfólio.”

No primeiro semestre, o lucro operacional ajustado da JDE recuou 1% em relação a igual período do ano passado, a 636 milhões de euros, mas superou a média das estimativas de analistas, de 610 milhões de euros.

Por Toby Sterling

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